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Mapa de Estreias: Os Pilotos da Fall Season 2017

Meu povo, a melhor época do ano esta aí! Mil pilotos para ver, mil apostas e mil torcidas. Bem, não custa lembrar que aqui está expressa somente a opinião sobre o piloto. Talvez a série siga em uma crescente ou caia em um marasmo sem fim. Continuar lendo Mapa de Estreias: Os Pilotos da Fall Season 2017

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The Gifted – Piloto

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A nova empreitada da Fox em parceria com a Marvel Television, The Gifted é baseada nas histórias em quadrinhos de X-Men e conta com um time de peso. Bryan Singer dirige o piloto e Matt Nix (Burn Notice) assina o roteiro. Os dois ainda atuam na produção executiva da série, ao lado de Lauren Shuller Donner (Franquia X-Men), Simon Kinberg (X-Men: Apocalypse, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido), Jeph Loeb (Marvel’s Agents of SHIELD, Marvel’s Daredevil, Marvel’s Jessica Jones), Jim Chory (Marvel’s Daredevil, Marvel’s Jessica Jones) e Len Wiseman (Anjos da Noite). Continuar lendo The Gifted – Piloto

Origens Secretas: Os Maiores Vilões de Gotham

Que o Batman conta com uma vasta e impressionante galeria de vilões, verdadeiros ladrões de cena, isso todo mundo sabe. Mas, além de viverem em constante guerra com o vigilante mascarado pelas ruas da obscura Gotham City, o que mais você sabe sobre eles?

É essa a premissa de Origens Secretas: Os Maiores Vilões de Gotham; apresentar um pouco do background dos criminosos fantasiados que assolam a cidade natal do Morcego. Mas não se deixe enganar, apesar do que aponta o título da publicação, a revista está bem longe de oferecer histórias de origens aprofundadas dos vilões. São, quando muito, uma espiada em alguns momentos-chave da vida desses personagens, no ponto de ruptura e no estopim para que eles se transformassem em bandidos sádicos e perversos.

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Genocyber

Genocyber

Se você se recorda da longínqua década de 1990, deve-se recordar também que  foi a gloriosa Rede Manchete a responsável pelo boom das animações japonesas que dominaram a telinha da TV naquela época. Sobre o caráter pioneiro e inovador da emissora dos Bloch, eu já falei em outra ocasião, mas é fato que a explosão dos mangás e animes foi apenas uma das diversas tendências inauguradas pelo canal.

E foi com esse espírito desbravador (e necessitando desesperadamente de algo que alavancasse o faturamento da emissora), que a Manchete colocou Cavaleiros do Zodíaco no ar, em 1º de setembro de 1994. Logo, as outras emissoras de televisão resolveram embarcar nessa. Especialmente o SBT com Dragon Ball, Guerreiras Mágicas de RayearthFly: O Pequeno Guerreiro dentre outros. Deu-se início a uma verdadeira febre e não demorou para que as bancas de jornais fossem tomadas por Mangás (os quadrinhos japoneses), surpreendendo uma galera que não sabia que estes deveriam ser lidos de trás para a frente; e as editoras brasileiras lançassem mais e mais publicações voltadas para esse mercado e seu público, com longas reportagens especiais e curiosidades acerca das produções japonesas – é o caso, por exemplo, da saudosa revista Herói.

Os responsáveis pelo departamento comercial e de programação da rede Manchete, viram nessa tendência que ela própria inaugurou, não apenas uma galinha dos ovos de ouro, mas um fôlego a mais que garantiria uma sobrevida ao canal que já enfrentava a sua pior crise financeira e se via, dia após dia, prestes a falir. Resolveram, portanto, investir nesse gênero e, além de comprarem os direitos de exibição de outros clássicos como Sailor Moon Shurato, começaram uma aliança inédita com uma distribuidora americana de animações japonesas para o mercado de home video, a U.S. Manga.

bloco us manga

Até aí uma sacada genial, certo? Mas o pessoal da Manchete não sabia muito bem que tipo de produto estava comprando. E isso, logo viria a trazer complicações e dor de cabeça para os profissionais do departamento de edição…

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Vamos falar sobre o MCU?

Na ocasião de seus respectivos lançamentos e, mesmo alguns anos após, público e crítica eram unânimes em dizer que X-Men 2 e Homem-Aranha 2 eram alguns dos melhores e mais perfeitos filmes de heróis de todos os tempos ao lado do Superman de Richard Donner. Não era para tanto. Perfeitos, não. Talvez nem mesmo beirassem a perfeição. Talvez porque, naquela época, o pessoal acreditasse que aquele era o melhor que se podia fazer, o máximo que se podia alcançar em termos de adaptações de HQs para o cinema. Como se fala por aí: é o que tem para hoje.

X-Men 2

Os recursos ainda eram limitados e o orçamento não era de todo satisfatório. Histórias em quadrinhos eram vistas como coisa de público segmentado. Também era necessário que os filmes baseados nelas agradassem tanto os versados quanto os não-leitores de HQs e, por fim, aquele era apenas o início de um subgênero que, sem ninguém esperar, iria dominar as telonas nos anos subsequentes.

Agora, é bastante comum ver aqueles que antes elogiaram se tornarem detratores vorazes. Continuar lendo Vamos falar sobre o MCU?

Fanmade: E Se David Lynch tivesse dirigido O Retorno de Jedi?

Após o sucesso do drama, O Homem Elefante e do cult Eresherhead, o surrealista David Lynch tornou-se um cineasta aclamado e foi sondado por George Lucas para dirigir O Retorno de Jedi. Lynch conta em detalhes acerca da oferta que Lucas fez a ele neste vídeo no qual ele afirma que não tinha o mínimo interesse em tocar o projeto, porém, ainda assim, topou uma reunião com Lucas. Depois de uma série de burocracias para se encontrar com a mente criativa por trás do universo de Star Wars, Lynch recusou a proposta e até mesmo sugeriu que o próprio Lucas dirigisse o filme. Este, por sua vez, lhe respondeu que não gostava muito de dirigir (o que é perceptível, não é mesmo?)

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