Outlander

Não existe fórmula exata para o sucesso de uma série. Uma trama interessante, envolvente, um bom casal protagonista (leia-se química). Cada estilo de narrativa tem suas particularidades que irão garantir o seu sucesso ou seu retumbante fracasso. O mundo seriemaníaco viveu um bom hiatus. Nesse período do ano odiado por todo o seriador (maio a setembro) tivemos boas experiências. Talvez o melhor hiatus visto em anos. Alguns mais ligados a coincidências astrais dirão que é por causa do aniversário de dez anos de Lost, Desperate Housewives, ou ainda os vinte anos de Friends.

Deixando de lado as crendices de seriador, vamos falar da estreia romântica do ano: Outlander. Produção do canal Starz, baseada na série de dez livros (isso mesmo, dez livros!) de Diana Gabaldon. A trama acompanha Claire Randall, enfermeira na Segunda Guerra Mundial, que após o fim do conflito reencontra o marido e ambos partem para uma segunda lua de mel na Escócia. Ou será primeira? Porque eles se casam num dia e partem para a Guerra no seguinte. Portanto os dois tem um casamento a reconstruir. A viagem à Escócia é interessante para Frank, marido de Claire, porque ele é professor de história. E o passado de um parente o encanta.

Sem entregar muitos spoilers, a Escócia tem uma história ligada a ocultismos diversos, e em uma das visitas que o casal faz a uma cidade, eles se deparam com um ritual de bruxaria. Aquilo encanta Claire e, posteriormente, ela retorna sozinha a esse mesmo local e magicamente viaja para o passado, duzentos anos atrás.

Ao se ver nessa difícil e inacreditável situação repleta de de coisas que ela não entende, primeiro pensa que é tudo uma grande brincadeira. Porém, logo percebe que é real e tem que descobrir um jeito de sobreviver àquele mundo para que regressar à sua época. Mas nesse caminho existe um Jamie e esse relacionamento, ai esse relacionamento…

A série entrou em hiatus e volta apenas em abril. Tempo suficiente para se atualizar na série e ler o primeiro dos dez livros, A Viajante do Tempo. Isso do livro também serve pra mim, afinal sobreviver sem Jamie até abril é praticamente impossível.

Gaby Matos

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